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14/03/2014 22:05:28
Na verdade o trigo moderno não é trigo!
Tag: Texto

O texto é longo, mas se você tem Artrite Reumatóide leia e entenda por que o glúten é um dos maiores vilões da nossa saúde.


A intolerância ao glúten não é mais um conceito marginalizado pela classe médica. Os pesquisadores estão absolutamente cientes de que há um grande problema com as práticas modernas do cultivo do trigo. Hoje, o trigo está longe de ser um alimento saudável. Ele faz você engordar, provoca gases e transforma o seu trato intestinal num inimigo ou vice-versa. Variedades de trigo altamente rentáveis e geneticamente modificadas farão com que você, provavelmente, prefira eliminar estes grãos da sua lista de alimentos.


233 consumidores e grupos de fazendeiros em 26 países se uniram à (“Definitive Global Rejection of GM Wheat)  causa para banir e impedir a comercialização do trigo geneticamente modificado(GM) e ainda para lembrar à corporação de biotecnologia Monsanto que fazendeiros e consumidores consideram a prática de  modificar geneticamente as grandes colheitas inaceitável.


Como e quando esse antigo grão se tornou um sério risco a saúde? O autor e médico cardiologista, William Davis, afirma que isso ocorreu quando a agricultura, há algumas décadas, investiu na criação de culturas mais rentáveis. “O trigo de hoje – ele afirma – não é, de fato, trigo; graças a alguns dos maiores cruzamentos jamais vistos”. “Hoje, os produtos  comercializados a base de trigo  não se comparam aos produtos da era das nossas avós, estes são completamente diferentes não somente dos produtos do século 20, mas também do trigo do tempo da bíblia e antes” – diz o médico.


Os criadores alteraram o trigo de forma dramática. A planta, que no passado chegava a uma altura de 122 cm, hoje - o tipo de trigo encontrado em 99% dos campos de trigo no mundo todo -  é uma planta mirrada, com 0,60 cm de altura e uma enorme e fora do comum cabeça com sementes. O Dr. Davis explica que para conseguir tal resultado foi preciso cruzar o trigo com gramíneas que não eram trigo, para introduzir novos genes. Foram usadas técnicas de irradiação de sementes de trigo e embriões com produtos químicos, raios gama, e altas doses de raios X para induzir mutações.


Em julho de 2009, a companhia mais odiada no mundo, a Monsanto, anunciou novas pesquisas com trigo modificado geneticamente e grupos industriais apoiaram as pesquisas ajudando ainda mais nos estudos. “Fazendeiros e consumidores resistiram ao trigo GM em 2004, e a rejeição mundial continua forte”, segundo as declarações de Lucy Sharratt, coordenadora da Rede Canadense de Ações Biotecnológicas.


Em 2004, uma coalizão de consumidores japoneses e grupos industriais alimentícios entregou uma petição ao governo do Canadá e Estados Unidos insistindo para que o trigo GM não fosse introduzido nas indústrias.  “Hoje, no Japão, a rejeição ao trigo GM continua, mais do que nunca, em vigor”. “Oitenta organizações Japonesas já assinaram documento de repúdio ao trigo GM” – afirmou Keisuke Amagasa, coordenadora da campanha em Tóquio ao, “Não ao GMO”. A grande maioria dos consumidores no Japão está se manifestando, fortemente, contra o cultivo do trigo GM. “Vemos intensas manifestações contra, vindas de diversos setores da sociedade.”   


Assim como os consumidores japoneses estão rejeitando o trigo GM, a Associação de Farinhas Miller do Japão também aderiu à campanha “Não ao GMO!” 


Diante das circunstâncias e com todas as incertezas relacionadas à segurança e ao meio ambiente, incluindo os efeitos causados ao corpo pelo trigo modificado, o grão consta da lista de produtos banidos dos mercados japoneses, afirmou o diretor sênior da Associação de Farinha Miller aderindo à campanha “Não ao GMO!”


O sistema de produção de grãos  “Clearfield” , usado em aproximadamente 1 milhão de acres na região Noroeste do Pacífico e vendido pelo BASF – maior fabricante mundial de produtos químicos – foi criado em um laboratório de genética pela exposição das sementes de trigo e embriões a mutações industriais para induzir a toxina azida de sódio, substância venenosa para os seres humanos e conhecida por explodir quando manuseada de forma errada, afirma o médico Dr. Davis. Esse trigo híbrido não sobrevive naturalmente, e a maioria dos fazendeiros aposta nos fertilizantes químicos e pesticidas para manter as plantações vivas.


Portanto, o que toda esta ciência do plantio tem a ver com o que está nos fazendo adoecer? O cruzamento intenso dessas sementes criou mudanças significativas nos aminoácidos das proteínas do glúten, causa provável do aumento em 400% da doença celíaca nos últimos 40 anos. A proteína gliadin presente no glúten também sofreu mudanças com consequências, aparentemente, terríveis – “Comparada com a sua predecessora dos anos 1960, a gliadin moderna é um grande estimulante do apetite”- afirma o Dr. Davis. “É bem provável que essa nova proteína gliadin também seja a responsável pela explosão das doenças inflamatórias que vemos atualmente.”


A intolerância ao glúten pode causar uma enorme variedade de sintomas e alguns levam a incapacidade. Além do quê, a demora no diagnóstico ou mesmo diagnósticos falsos podem ser devastadores para a saúde.


OBS -Vale aqui a minha observação e experiência com a doença  – após sofrer muitos anos com a doença celíaca, sem ser diagnosticada, acabei desenvolvendo AR.  (Rosanne Martins)


Uma poderosa e pequena fração do trigo conhecida como “algutinina do gérmen do trigo (WGA)” é, em grande parte, responsável por muitos dos sintomas pervasivos e de difícil diagnóstico da doença intolerância ao glúten. Os pesquisadores estão descobrindo que esse pequeno pedaço, o WGA, no trigo moderno é muito diferente do encontrado nas antigas cepas. A pequena porção não somente altera a compreensão que tínhamos sobre a intolerância ao trigo, mas devido ao fato de que essa porção é encontrada em altas concentrações no “trigo integral”, incluindo a suposta superior forma de semente germinada, ela também acaba com um dos anúncios favoritos da indústria alimentícia: de que o trigo integral é alimento saudável para as crianças.


Fora do radar, dos testes sorológicos para anticorpos contra as diversas proteínas do glúten e testes genéticos de susceptibilidade à doença, o problema de lecitina WGA permanece quase que completamente obscuro. Embora as lecitinas sejam encontradas em todos os grãos, sementes, legumes, derivados do leite e nos adorados alimentos classificados como “nightshades”: o tomate e a batata raramente entram nas discussões relacionadas à saúde ou doenças, mesmo quando a presença deles na nossa alimentação possa reduzir, em muito, a qualidade e a duração da nossa vida.


As propriedades do trigo de estimular o apetite ocorreu, provavelmente,  como um produto acidental de métodos de cruzamentos não regulamentados, explica o Dr. Davis.  Mas ele também acredita que a responsabilidade  que o grão possa ter de induzir as doenças inflamatórias talvez esteja associado ao aumento, nos últimos 15 anos, do uso de produtos processados que têm trigo. 


Como se não bastasse aumentar a fome, novas evidências sugerem que o novo código bioquímico do atual trigo  causa desequilíbrio hormonal, associado à diabetes e obesidade. “Não afirmo que para o interesse de todos deva-se eliminar o trigo, mas eu acredito que a COMPLETA ELIMINAÇÃO É DO INTERESSE DA SAÚDE DE TODOS.” – afirma o Dr. Davis – No meu ponto de vista isto representa o quão ruim esse negócio chamado “trigo” se tornou.”


Tradução de Rosanne Martins – Artigo encontrado no site “apoiamos os produtos orgânicos”.  


 


 





Rosanne Martins
www.rosannemartins.com.br
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