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13/10/2011 18:00:08
O Discurso de Stanford
Tag: Texto

Ao ver o mundo voltar os olhos para a importante figura de Steve Jobs e compará-lo ao Albert Einstein do século XXI, senti-me um tanto constrangida de escrever sobre o assunto, mas ousei ir adiante.

Não fosse pelas idéias visionárias e criativas do gênio, poderíamos dizer que, assim como nós, Steve Jobs teve uma história de vida bastante comum. Depois de ser entregue para adoção ao nascer, abandonar os estudos e falecer vítima de um mal que assombra famílias do mundo inteiro, somos levados a questionar se esta é, realmente, a imagem do homem que mudou a maneira como pensamos em termos tecnológicos. Eu digo que não!

Mas quem foi, então, Steve Jobs? Ele foi o homem que fez um discurso simples na Universidade de Stanford, mas que entrou não somente para a história da instituição, mas para a vida dos formandos e de todos nós.

Steve Jobs abandonou a escola influenciado por uma voz que ele arriscou seguir e, para surpresa de muitos, deu certo! De quem estou falando? Da intuição!

Desde pequenos somos ensinados a abandonar essa pequena voz para nos adequarmos ao modelo social. Após anos e anos de condicionamentos, eventualmente, perdemos o contato com a nossa essência e emperramos tentando descobrir e entender o que os outros querem que a gente faça. Aprendemos a agir e a nos comportar para receber aprovação, e em nome de ser sensível nos tornamos insensíveis aos nossos próprios desejos. Não é de se admirar que, muitas vezes, chegamos à universidade sem saber o que queremos.

Após cursar seis meses de “College” Steve Jobs desistiu das matérias que não o interessavam e estudou caligrafia. O motivo? Ele ousou acreditar no destino e a compreender que os percalços da vida têm uma razão de ser. E só podemos unir os pontos do nosso destino quando o futuro encontra o passado. Somente então somos capazes de olhar para trás e entender que o caminho, por vezes tortuoso, leva-nos na direção certa. No entanto, antes, podemos contar apenas com a fé e a intuição: lanternas da nossa estrela.

É, eu sei, a oração está ficando muito parecida com algum discurso que vocês já ouviram ou leram? Certamente que sim, esse é o meu assunto predileto! Foi por esse motivo que me senti um pouco envergonhada de abordar o tema. Não tenho a pretensão de comparar o meu trabalho ou pessoa a de Steve Jobs, mas tenho a felicidade de comprovar, no Discurso de Stanford, que partilhamos a mesma idéia: sonhar, acreditar, amar o que fazemos e realizar. Receita simples, porém mágica em seu potencial!

Adeus Steve, seguiremos, aqui, celebrando sua memória! Essa newsletter percorrerá caminhos criados pelo sonho que você realizou. Muito obrigada!

Rosanne Martins
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