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03/10/2011 18:57:25
Somos Habituais
Tag: Texto



Mudar hábitos não é fácil! Isso por que somos pessoas habituais, ou seja, nos acostumamos a fazer as coisas de determinada maneira e tendemos a repetir as mesmas ações, hábitos, na esperança de colher resultados diferentes!

Albert Einstein já dizia: “Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.”

Curioso é que nós pretendemos, sim, que as coisas mudem fazendo sempre o mesmo! Com freqüência dizemos que precisamos melhorar a saúde, a forma física, o trabalho, relacionamentos, falamos da violência, do estado, da cidade, do governo e assim por diante. A lista pode ficar enorme, porém se investigarmos as ações que tomamos para mudar o que não estamos satisfeitos, corremos o risco de descobrir que, em algumas situações, não fazemos absolutamente nada; a menos que uma crise se instale!

É muito comum a gente ver uma pessoa com sobrepeso, após uma crise de não conseguir usar uma determinada roupa ou mesmo ir ao médico e ouvir que o coração já está sobrecarregado, decidir fazer uma dieta para perder alguns quilinhos.

Munida de motivação ela encontra uma variedade de dietas disponíveis no mercado com diferentes abordagens e conceitos, e tem sucesso! A bem da verdade a maioria das dietas funcionam quando seguidas como se deve. No entanto, após algum tempo, também é muito comum vermos a pessoa, progressivamente, voltar ao peso anterior, ou às vezes até pior, ela acaba ganhando mais peso do que antes.

Ah, é desanimador e frustrante! No entanto, hoje, com melhor conhecimento de como o nosso cérebro funciona, podemos atribuir o regresso à condição anterior devido ao fato da mente ser habitual. A maioria das funções do corpo é controlada pela mente subconsciente. A implicação disso é que você, ao longo dos anos e à medida que foi crescendo, ensinou a sua mente o que comer e quanto, por que e quando comer. É claro que aí também entram os componentes emocionais, ou seja, a relação que desenvolvemos com o alimento como uma maneira de nos trazer prazer.

Em famílias de pais obesos os filhos, em geral, se tornam obesos. Por quê? Não, não me refiro à genética! Precisamos mudar os paradigmas e compreender que a genética não tem nada a ver com isso! Talvez você fique revoltado ao ouvir tal afirmação, mas seus genes não são responsáveis pelo seu sobrepeso!

A Epigenética, ciência que vai além dos genes, nos mostra a importância que o meio ambiente tem na expressão de genes idênticos. Veja abaixo o caso dos ratinhos de laboratório, gêmeos, portanto têm a mesma informação genética, que foram alimentados com rações diferentes e acabaram produzindo não somente uma pelagem de coloração diferente, mas também desenvolveram estruturas ósseas diferentes (um cresceu mais do que o outro), em função da alimentação que receberam ao nascer.



O mesmo aconteceu com os irmãos gêmeos idênticos, que apesar de terem patrimônios genéticos absolutamente iguais, fatores ambientais e emocionais acabaram influenciando de forma dramática a expressão final de diferentes conjuntos de genes resultando em biótipos diversos.


Portanto, as experiências científicas nos trazem um pouco mais de luz ao eterno debate “genes versus natureza” e comprovam que o ambiente, o tipo de nutrição, condições sociais e emocionais afetam a expressão dos genes.

Assim sendo, é muito fácil nos acostumarmos a determinados hábitos alimentares que podem resultar no aumento de peso, pois a maneira como nos relacionamos com os alimentos é não somente cultural, mas também ambiental e emocional.

Mas se é assim tão difícil mudar hábitos, pois estes estão ligados à mecanismos automáticos do inconsciente, o jeito é nos conformarmos? Claro que não! Existem muitas formas de lidarmos com a mente subconsciente e substituirmos antigos padrões por modelos atuais que nos permitam alcançar os objetivos desejados.

Se você gostou dessa idéia e quer saber mais sobre o assunto não perca a próxima newletter. Trarei dicas de como “driblar” a mente subconsciente e substituir qualquer hábito por outro do seu interesse.

Um beijo carinhoso e até a próxima!
Rosanne Martins


Declaração: Fora estudos práticos, as informações desse artigo foram baseadas em pesquisas conduzidas pelo autor e estas não devem substituir o seu relacionamento com médicos qualificados e não devem ser entendidas como um conselho médico. A intenção é partilhar conhecimento e informação vindos a partir de pesquisas e experiências do autor.

O autor encoraja a todos que façam suas próprias decisões médicas levando em conta suas próprias pesquisas auxiliadas por profissional médico qualificado.

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